segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

oi

Esse foi o primeiro ano em que eu já comecei cumprindo minhas promessas. Uma delas, como disse um post passado, era ler uma porçãozinha de livros que me interessavam. Não li todos, claro, ninguém é de ferro pra aguentar 500 páginas de divagações sobre como os meios de comunicação em massa mudam de acordo com... ah, foda-se. Não li Pensar a Comunicação, nem o Ateneu (meu professor de Realismo contou o livro inteiro e ele não me chamou muito a atenção) e o da Alice Sebold simplesmente sumiu. Ok, de 5 livros na minha lista, eu li 2. Isso foi o máximo que eu consegui de promessa cumprida... bem, pelo menos eu virei vegetariana mesmo, como o prometido. Ponto pra mim.
Antes de voltar pra um dos livros que eu li e que precisa ser comentado, tem outras promessas que estão em andamento. Vamos a elas:
-Vegetarianismo (check!) desde outubro sem carne vermelha e agora em dezembro já tava sem o resto todo também. A convivência faz coisas impressionantes com você, acredite.
-Escutar Amnesiac e descobrir se eu gosto ou não desse cd.
-Manter o carro limpo (desafio imenso)
-Não abusar mais de conta de telefone (é, shameless)

E mais aquelas que eu acredito que eu não vá cumprir, mas que eu pretendo não pra esse ano, mas pra vida toda. Do tipo, não acreditar tanto em todo mundo, não ser uma má pessoa, não jogar lixo no chão, etc.
Mas ok, voltando ao livro que eu preciso expor. Eu li HIGH FIDELITY sim!! e vi o filme também, porque eu tava morrendo de vontade saber se Robert Fleming era gatão do jeito que eu imaginava. Obrigada John Cusack.
Foi o primeiro livro que eu li de um narrador homem neurótico que conta a história de seus casos de um jeito engraçado e filha da puta. Mas é sincero. A única coisa meio fora do real é que parece que no fim ele acaba ficando um pouco melhor, mais satisfeito, sem tanta neurose o que geralmente não é o que acontece. Tudo bem que pessoas podem aprender com términos de namoro em que você insiste em voltar porque quer simplesmente ter o controle da situação denovo e não aceita que a pessoa não te queira mais e quando acaba voltando você pára de pensar esse tipo de coisas e vê que você gosta mesmo do seu namorado(a). Mas não é bem assim que acontece. Se voltam, quem retomou o controle esnoba tudo denovo e parece que só porque você conseguiu de pirraça, perde a graça denovo. Se bem que é muito melhor quando o Rob pede a Laura em casamento, mesmo que de besteira, mas simplesmente porque ele percebeu que era um tormento ficar sem ela. O livro seria muito pessimista se não fosse assim, hehe, e deixaria de ser ficção, seria só relatos de casos reais ou tipo isso.
Fui clara, será?
É, pô, é isso por agora. Ah!! seguindo o estilo alta fidelidade e aproveitando que ontem foi meu aniversário, vou fazer um TOP 5 dos melhores presentes de aniversário que eu já ganhei na vida:

1) Um brinquedo de gelinhos que você tinha que bater neles pros gelinhos caírem um por um, mas não podia derrubar todos de uma vez. Ganhei de um amigo dos meus pais, e me manteve ocupada e boazinha por muito tempo.
2) Um sutiã de enchimento da minha vizinha há 2 anos atrás. Ok, eu não uso mais esse tipo de coisa e usei pouquíssimo na minha vida, mas ele me foi bem útil quando precisei dele. Credo.
3) A Julie. A boneca mais bonita de todos os tempos. E melhor, ela era de borracha, daí eu mordia todos os dedinhos dela e ficava mastigando um tempão. Gostoso. Minha mãe me deu quando eu tinha uns 4, 5, anos e já gostava de morder, arrancar e mastigar coisas insanamente. Não levem isso pra nenhum lado que não seja o que eu tô tentando transmitir.
4) Uma calça quadriculada que eu ganhei ano passado. Na verdade, eu não gostei muito dela de início que e quando o Neto me disse que "era a minha cara" eu comecei a suspeitar que ele devia tá me confundindo com alguém. E hoje, por mais que eu não a use muito (parece que eu uso 38 quando visto ela, aí não dá), eu tenho muita vontade de comprar, usar e ficar bem em calças desse tipo e enfim, essa calça me fez ver que não é só o jeans que presta! Futilidades à parte.
5) Um dvd do Radiohead que eu ganhei esse ano, que não é lá um Meeting People is Easy, mas tem clipes antigões, inclusive Stop Whispering com o Thom Yorke cantando da parede com uma cara esquisitíssima.

É, volto aí em breve...

Um comentário:

Alexandre A. Bastos disse...

pô, Amaral, pode acreditar em mim! (: vou me marcar como seguidor do seu blog; se isso servir de motivação pra você e de garantia de outros posts para meu agrado. Beijo